sexta-feira, outubro 10, 2008

Overall

Não sei o que diria Neruda
Nem como cantaria isso o dylan.
A dificuldade em erguer-se da bruma
para verter nosso sangue em vão.
Emergir do escuro,
da redenção vazia do nada,
Para comtemplar a face do horror
por 12 horas seguidas.
Golpeando com o desespero
psicopatas sem diagnóstico,
Cristos sem rebanho,
Santos sem céu,
Sabios sem adoradores.
E no final de tudo...
Abrir a porta de casa,
tirar o sapato,
sorvendo
sabendo ,
e desejando,
.....
a paz
...
Para descobrir
em seguida
que não
terminou.
Por um motivo ou
outro.
......

ver as coisas
se impondo
e ficar
oservando...
Eu
aceito.

2 comentários:

Figueredo Dias disse...

esse poema parece um grito do cansaço diário, quem nunca sentiu algo sugar-lhe até o último sopro de ânimo? mas o que mais me chama a atenção é a sua capacidade de ficar apenas observando.

Enzo de Marco disse...

yeah !
a soLidão é o que nos espera, seja num bar , numa lar ou num moteltendo comu companhia um beloi patr de parne que só serve p/ gemer e nos faezr mais homens
saudações grande filosofo das causas impossiveis
Enzo de marco
AH
da um aolhada no meu blog ok ??